Finalistas de 2008 celebram 10 Anos da Graduação do Curso de Medicina

20 de Setembro de 2018

A segunda turma de Medicina da Universidade do Minho celebra agora dez anos desde a graduação dos estudantes que entraram em 2002 e saíram, de “canudo” na mão, em 2008. A ocasião será marcada por uma cerimónia na Escola de Medicina, pelas 12h do próximo dia 7 de Outubro, seguida de um almoço de comemoração no Restaurante Panorâmico da Universidade do Minho.

A turma de 2002-2008 que celebra 10 anos desde a sua graduação no curso de Medicina da UMinho

Os membros da turma 2002-2008 terão assim direito ao almoço, mediante prévia inscrição aqui. Todos os esclarecimentos podem ser enviados para o e-mail da Alumni Medicina – secretariado@alumnimedicina.com -, estando todos os detalhes descritos no convite, disposto abaixo.

 

 

O Bom Jesus pelos olhos de um médico

31 de Agosto de 2018

O monumento bracarense desce à Escola de Medicina pela lente de Miguel Louro

O título do trabalho de Miguel Louro não podia ser mais explicativo: “O Bom Jesus do Monte desce à Universidade”. No reatar do ano letivo, a Escola de Medicina recebe a exposição do especialista em Medicina do Trabalho, que traz um novo olhar sobre o monumento bracarense, diretamente do seu laboratório fotográfico.

A exposição de Miguel Louro, 63 anos, estará disponível a partir de 1 de setembro na Escola de Medicina, contando com a curadoria de Adriana Henriques. Até ao início de novembro, as fotografias do médico nascido na Póvoa do Varzim ocuparão a entrada da Escola, com uma perspetiva própria sobre um centro religioso e turístico.

Miguel Louro é médico a tempo inteiro, mas alia a medicina à fotografia

Alumni Medicina procura madrinhas e padrinhos para projeto de voluntariado

15 de Junho de 2018

A Alumni Medicina está à procura de madrinhas e padrinhos que possam ajudar os estudantes neste projeto. Cada antigo aluno que apoiar este projeto receberá, no final, um relatório do seu afilhado/a e, com 50€, fica com as quotas de 2018 pagas.

A proximidade humana e a sensibilização para a saúde são preocupações comuns entre a Escola de Medicina e o projeto Porta Nova, um programa de voluntariado do Núcleo de Estudantes de Medicina da UMinho, que pretende dar experiências mais comunitárias aos futuros médicos.
Alumni Medicina procura padrinhos e madrinhas que possam ajudar os estudantes neste projeto. Cada antigo aluno que apoiar este projeto receberá, no final, um relatório do seu afilhado/a.
Além de ajudar, podem ser padrinhos e madrinhas de um estudante por 50€ e ficar com as quotas de 2018 pagas.
​Para ajudar, basta efectuar uma transferência para​ o NIB 0010 0000 52253810001 55. Após a transferência agradecemos o envio do nome, valor e NIF para o e-mail geral@alumnimedicina.com por forma a emitirmos a fatura e o certificado.

Porta Nova – Projeto de Voluntariado

Hoje partilhamos com todos vocês o nosso primeiro vídeo! Um muito obrigado a todos os "Bons Vizinhos" que fazem parte deste projeto! Um agradecimento especial ao João Martins pela gravação e edição! https://www.youtube.com/watch?v=NGvf_gL8aOw&t=4s

Posted by Porta Nova on Friday, April 27, 2018

A Alumni Medicinia tem um novo site

25 de Maio de 2018

O novo site da Alumni Medicina já está no ar e traz novidades - e uma newsletter para assinar.

Já está online o novo site da Alumni Medicina. Renovado e com novos conteúdos, pretende apostar no contacto regular com os antigos, atuais e futuros alunos do curso de Medicina da Universidade do Minho, bem como todos os interessados numa área que toca a todos.

Para isso, teremos também a newsletter – que pode assinar aqui – e que permitirá divulgar todas as nossas actividades, bem como as notícias que vão marcando a área da saúde.

 

Escola de Medicina quer preparar médicos do futuro

25 de Maio de 2018

O mestrado integrado em Medicina da Escola de Medicina da Universidade do Minho está a atravessar um processo de reforma curricular, procurando criar os médicos do futuro, com uma proposta curricular mais flexível e comunicativa.

O mestrado integrado em Medicina da Escola de Medicina da Universidade do Minho está a atravessar um processo de reforma curricular. Iniciada em maio de 2017, a reestruturação parte de uma “motivação intrínseca” dos docentes e alunos da Escola, tendo por base a medicina do futuro.
O diretor do curso, João Cerqueira, assume o entusiasmo de encabeçar um movimento pioneiro no panorama nacional, mas relembra “o peso da responsabilidade” que essa tarefa acarreta. “A ideia de fazer uma reforma curricular parte do princípio de que o ambiente em que os nossos graduados daqui a uns anos vão trabalhar vai ser diferente daquele para o qual estamos agora a prepará-los”, explica João Cerqueira. Deste modo, a reestruturação em curso pretende adaptar o currículo “para que o graduado tenha um perfil adequado à medicina do futuro”. O processo está dividido em três fases, estando a sua implementação prevista para o ano letivo 2020-2021. A primeira fase, que terminou em setembro de 2017, consistiu na auscultação de pessoas e entidades ligadas à prática da medicina, para que se pronunciassem sobre qual deveria ser o perfil dos graduados em medicina daqui a 10-15 anos. A segunda fase está a decorrer até finais de maio de 2018 e pretende enumerar as formas de responder às necessidades identificadas pelos agentes envolvidos no processo. Para isso foram formados vários grupos de trabalho com vários atores que vão “apontar linhas de atuação”. O docente da Escola de Medicina explica que “cada grupo de trabalho tem uma missão específica na sua área e as áreas são muito variadas”. A terceira fase implica a reorganização do currículo, para que depois “se possa submeter as propostas de alteração às autoridades competentes”.
João Cerqueira afirma que “o resultado desejável” desta reforma seria que os alunos saíssem da Escola de Medicina “a corresponder ao perfil que foi identificado como sendo aquele que vai ser necessário para exercer medicina em 2030 ou 2050”. E que perfil é esse? “Inclui que eles sejam dotados de um excelente raciocínio clínico, que sejam altamente motivados e empenhados na aprendizagem médica contínua, que tenham um grande perfil humanista e uma base científica sólida”, sintetiza o docente. Tudo isto sem esquecer a tecnologia, da qual devem ser conhecedores. João Cerqueira prossegue: “A estas cinco características de perfil associam-se também outras características que nós queremos que o próprio processo final de chegar a esta decisão tenha”. São elas a flexibilidade do currículo, “que proporcione um elevado grau de motivação aos alunos, e que permita também que alunos com diferentes perfis tenham percursos diferentes”.
Ainda em relação à tecnologia, a Escola de Medicina pretende “pôr um ecógrafo nas mãos de cada aluno”. João Cerqueira explica que, de facto, “se o estetoscópio foi uma revelação quando apareceu, hoje em dia há muito pouca informação útil que se consegue retirar de um estetoscópio”. Assim, e embora o ecógrafo não substitua o estetoscópio, há muitos cenários em que a ecografia à cabeceira do doente (feita por não-imagiologistas) é “fundamental”.

“Esta medicina não está a funcionar”
“Eu acho que a medicina do futuro vai ser diferente porque claramente esta medicina não está a funcionar”, considera João Cerqueira. Na opinião do médico, “a maior parte dos serviços de saúde está organizada de forma errada”, em função de resultados que são números, “o que funciona muito bem quando estamos a falar de produzir meias”. E critica: “Claramente não funciona bem quando estamos a falar de doentes nem de doenças. E o que é preciso verdadeiramente é transformar aquilo que são os indicadores de resultados em saúde de uma cultura de produção de números para uma cultura de ganhos em saúde”.
Este é um dos objetivos da reforma curricular, através de uma clara aposta nas capacidades de comunicação clínica e no humanismo dos futuros médicos. “O que nós não precisamos é de ter médicos-robots nem médicos atrás do computador. Nós precisamos de ter médicos que falam cara a cara com as pessoas”, diz João Cerqueira. Esta componente de formação estará bem presente ao longo do curso e, na opinião do docente, precisa de ser desenvolvida. Porque “daqui a 30 anos o que vai diferenciar os bons dos maus profissionais é a capacidade de comunicar”.

Notícia publicada originalmente no site da Escola de Medicina. 

Já saiu o Haja Saúde!

23 de Maio de 2018

Na mesma revista pode ler entrevistas com Jorge Pedrosa, diretor do ICVS, ou ler Miguel Julião sobre os cuidados paliativos e a importância que têm para a sociedade. Nesta edição do Haja Saúde, fala-se ainda da igualdade no humor ou no desporto, sem esquecer as notícias que marcam o último semestre.

A revista Haja Saúde já está disponível e apresenta conteúdos variados, desde a investigação ao humor ou às humanidades. Nesta quarta edição pode encontrar a entrevista ao diretor do ICVS, Jorge Pedrosa, onde abordou o futuro do centro de investigação, e as opiniões de José Manuel Mendes, Cecília Leão, Pedro Morgado, Rosélia Lima e Pedro Peixoto.

Aceda à revista aqui

As notícias que marcaram os últimos seis meses também estão presentes, com a cobertura dos 10 anos da primeira graduação do curso de Medicina, a importância dos cuidados paliativos ou os estudantes que levaram a Medicina até África. Isto sem esquecer as crónicas culturais, que englobam o humor, a literatura, a música ou os Óscares.

A revista Haja Saúde é uma iniciativa dos estudantes de Medicina da Universidade do Minho, com a colaboração da Escola de Medicina e da Alumni Medicina.

Expo IAC 2017

17 de Novembro de 2017

A 4ª Edição da Expo IAC terá lugar no próximo dia 23 de Novembro de 2017, quinta-feira, a partir das 18h00, no Auditório A0.02, na Escola de Medicina da Universidade do Minho.

A Expo IAC é uma sessão que pretende esclarecer os recém-graduados em Medicina, bem como os estudantes de Medicina, acerca dos locais de formação do Internato do Ano Comum.

A entrada é livre.

Antigo estudante de Medicina vê projecto premiado

13 de Março de 2017

Pierre Gonçalves, antigo estudante da Escola de Medicina da Universidade do Minho, faz parte da equipa de pediatras do Instituto Português de Oncologia que recebeu o 1º prémio da Fundação Rui Osório de Castro/Fundação Millennium BCP.

O prémio, no valor de 15 mil euros, foi atribuído a uma equipa constituída por Joaquin Duarte, coordenador do projecto, Pierre Gonçalves e Teresa Martins.

O projecto premiado tem como objectivo reduzir os tempos de internamento das crianças que têm neutropenia febril, que pode ser uma consequência dos tratamentos de quimioterapia. O estudo vai começar agora e tem duração prevista de dois anos.

Informação relativa aos Locais de Formação do Ano Comum

21 de Novembro de 2016

Aproveitamos para disponibilizar as apresentações com a informação acerca dos locais de formação do Ano Comum, independentemente da sua apresentação na sessão presencial da ExpoIAC.

Desde já agradecemos a todos os internos que colaboraram com a Alumni Medicina na recolha dos dados.

 

 

 

ECS é agora Escola de Medicina

10 de Outubro de 2016

A Escola de Ciências da Saúde é agora a Escola de Medicina da Universidade do Minho.

A mudança acontece hoje, dia em que esta Escola celebra o seu 16º aniversário.

Equipa do ICVS publica na Nature

11 de Julho de 2016

O ser humano sente prazer quando satisfaz uma necessidade ou desejo. A percepção do prazer é importante para a sobrevivência, porque faz com que os indivíduos se esforcem por determinadas acções que satisfazem as suas necessidades. Estas acções podem variar entre comer a comida preferida, beber um copo de vinho, fazer sexo ou ouvir uma música de que se goste. Tudo isto activa um circuito cerebral chamado sistema de recompensa. Este circuito abrange várias áreas cerebrais, entre elas o nucleus accumbens. Esta área é composta por dois tipos principais de neurónios, os D1 e os D2, que se pensava terem funções contrárias no comportamento. Os D1 estão associados ao processamento de estímulos positivos (como o prazer) e os D2 estão associados aos estímulos negativos.

A equipa liderada por Ana João Rodrigues e Nuno Sousa reavaliou a função destes neurónios no comportamento. O objectivo era compreender melhor o circuito de recompensa, que pode ser disfuncional em indivíduos com problemas de depressão ou de abuso de substâncias. Partindo do pressuposto de que a motivação leva os indivíduos a trabalhar para receber algo em troca, os investigadores do ICVS usaram ratos em restrição calórica para perceber a motivação em procurar uma recompensa.

Assim, os investigadores perceberam que os dois tipos de neurónios eram activados e que quanto maior a motivação mais neurónios D1 e D2 estavam activos. Os resultados do estudo agora publicado na prestigiada revista científica Nature Communications mostram que, contrariamente ao esperado, tanto os neurónios D1 como os D2 têm um papel importante na motivação.

Curso de Competências de Comunicação Clínica para Enfermeiros

2 de Novembro de 2015

A Alumni Medicina em parceria com o Laboratório de Aptidões Clínicas, realizou nos dias 31 de outubro e 1 de novembro o Curso de Competências de Comunicação Clínica para Enfermeiros no Hotel dos Templários, em Tomar.

Proporcionado por uma equipa com experiência na formação de profissionais de saúde, o Curso de Competências de Comunicação Clínica para Enfermeiros contou com 19 inscritos que certificaram competências no domínio da comunicação com o paciente em contexto clínico. O treino é efetuado com recurso a pacientes estandardizados, treinados especificamente para o efeito.

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